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Daniel

notícia Porque devo avaliar meus downloads ? ? ?

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Sabemos que o EletrônicaBR tem milhares de esquemas, manuais, bios e outros, postados por mais de 3000 usuários ao longos dos anos.

Aqui estão 5 bons motivos para avaliar e comentar todos seus downloads:


1- Muitos aquivos não foram devidamente testados e confirmados. 

2- Sua correta avaliação pode te render alguns joinhas, valiosos para um futuro download. j+

3- A colaboração de todos é muito importante para mantermos um acervo enxuto,  funcional e atualizado.

4- Se quem testa não deixa um feedback, todos corremos o risco de baixar um arquivo inútil, você pode ser o próximo. 😟

5- Agora temos disponível um painel que facilita a análise dos aquivos que baixamos e não avaliamos. (Como acessar abaixo 👇)

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Clicando no menu Downloads -> Meus Downloads ou no perfil pode acessar o painel que é bem intuitivo.

 

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Edited by FLAVIOTECH
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Muito boa essa iniciativa de classificação, ficou top, assim teremos certeza de que os downloads estarão perfeitos, isso ajuda quem tem poucos créditos.

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muito bom...assim teremos referência sobre a funcionalidade do arquivo...é só o pessoal seguir na linha que o fórum ficará cada vez mais completo.

 

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Excelente iniciativa,está de parabéns! o fórum já é muito bom e cada dia está melhor.É uma honra fazer parte da equipe 

Edited by luciana336
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@Daniel muito bom Daniel, pois baixamos o Arquivo e testamos e nisso às vezes já saímos da página e não sabemos qual que baixamos, inúmeras vezes quis avaliar mas não lembrava qual arquivo havia baixado e não tinha meu histórico para consulta 👍🏼

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Em 16/09/2019 às 14:59, Daniel disse:

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Sabemos que o EletrônicaBR tem milhares de esquemas, manuais, bios e outros, postados por mais de 3000 usuários ao longos dos anos.

Aqui estão 5 bons motivos para avaliar e comentar todos seus downloads:


1- Muitos aquivos não foram devidamente testados e confirmados. 

2- Sua correta avaliação pode te render alguns joinhas, valiosos para um futuro download. j+

3- A colaboração de todos é muito importante para mantermos um acervo enxuto,  funcional e atualizado.

4- Se quem testa não deixa um feedback, todos corremos o risco de baixar um arquivo inútil, você pode ser o próximo. 😟

5- Agora temos disponível um painel que facilita a análise dos aquivos que baixamos e não avaliamos. (Como acessar abaixo 👇)

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Clicando no menu Downloads -> Meus Downloads ou no perfil pode acessar o painel que é bem intuitivo.

 

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Muito bem bolado assim todos tem a certeza q o arquivo tem uma boa procedência 

 

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Uma ótima iniciativa, desse modo gastamos muito menos tempo em detrimento da confiabilidade dos arquivos que baixamos! Obrigado

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  • Similar Content

    • By eliasgirardi
      A ilustração mostra uma camada monoatômica cristalina de ouro sob grafeno (antracita). A estrutura eletrônica da camada de ouro e o grafeno (verde) é mostrada acima. [Imagem: Stiven Forti]
       
      Metal vira semicondutor
       
      Químicos conseguiram pela primeira vez produzir camadas cristalinas monoatômicas de metais preciosos - similares metálicos do grafeno, da molibdenita e tantos outros materiais 2D.
       
      E como o ouro e a prata estão entre os melhores condutores de eletricidade que se conhece, qual não foi a surpresa dos pesquisadores quando as camadas monoatômicas desses dois metais apresentaram uma identidade inusitada: elas são semicondutoras.
       
      O fato de que camadas monoatômicas de metais se comportem como semicondutores é mais uma demonstração de que os elétrons se comportam de modo diferente em camadas bidimensionais do que costumam fazer no material bruto 3D - as propriedades eletrônicas do grafeno são muito diferentes daquelas do grafite, de onde o material se origina.
       
      E, como ouro e prata estão largamente presentes na indústria microeletrônica, esta descoberta tem potencial para ser explorada em novas aplicações dentro e fora dos chips, além de sensores.
       
      Metais bidimensionais
       
      Embora o grafeno tenha sido retirado do grafite usando uma fita adesiva, fabricar camadas monoatômicas de metais não é fácil.
       
      "Com os métodos clássicos de deposição, os átomos de ouro, por exemplo, se aglomerariam imediatamente em cachos tridimensionais," explicam Philipp Rosenzweig e Ulrich Starke, do Instituto de Pesquisas do Estado Sólido, na Alemanha.
       
      A dupla então trabalhou com um método diferente que eles mesmos criaram, chamado intercalação. O processo começa com uma pastilha de carbeto de silício, sobre a qual é depositada uma camada de grafeno. Quando um vapor de ouro é aplicado sobre essa pastilha em ambiente de vácuo, os átomos de ouro acomodam-se entre as camadas de carbeto de silício e grafeno.
       
      A equipe já repetiu os experimentos com germânio, cobre, gadolínio e prata - e a prata também se torna semicondutora.
       

      Esta é a coisa real, vista por um microscópio de tunelamento. As flutuações de brilho ocorrem porque o ouro e o grafeno interagem, formando uma super-rede, conhecida como rede de Moiré. [Imagem: MPI for Solid State Research]
       
      Aplicações tecnológicas
       
      Como todas as teorias diziam que o ouro continuaria um excelente condutor metálico na forma 2D, a descoberta de seu comportamento semicondutor foi uma surpresa. "Interações entre os átomos de ouro e, ou o carbeto de silício ou o grafeno, obviamente desempenham seu papel aqui. Isso influencia os níveis de energia dos elétrons," arrisca Starke.
       
      A descoberta abre a possibilidade de aplicações tecnológicas porque pequenos ajustes no método de fabricação definem se a camada monoatômica será condutora ou semicondutora: qualquer coisa maior do que uma camada, seja em toda a extensão do material, ou em pontos específicos, faz o ouro voltar a se tornar condutor. Assim, pode-se projetar componentes eletrônicos usando-se alternadamente mono e bi-camadas de ouro, obtendo funcionalidades usando um único material.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=ouro-prata-viram-semicondutores-escala-atomica&id=010165200701#.XwYoE6FKgdU
    • By Josemaria Andrade
      já fiz muitos downloads por aqui mas agora não estou a conseguir , é que preciso do esquema
      tv philips 14 gl 1011 , mas esta sendo impossivel fazer o download , alguem sabe me dizer por que ?
    • By Ryan Eme
      Novidades do Linux Mint 20:
      ''Warpinator
      A estrela do show no Linux Mint 20 é um novo aplicativo chamado Warpinator.
      Há 10 anos, o Linux Mint 6 apresentava uma ferramenta chamada "Giver", que podia compartilhar arquivos pela rede local. Sem nenhum servidor ou configuração, os computadores se veriam automaticamente e você poderia simplesmente arrastar e soltar arquivos de um para o outro. Quando o projeto Giver foi interrompido, ele teve que ser removido do Linux Mint e perdemos essa funcionalidade desde então.
      Warpinator é uma reimplementação do Giver. A configuração do servidor (FTP, NFS, Samba) é um exagero para transferências casuais de arquivos entre dois computadores, e é uma pena usar mídias externas (serviços de Internet, pen drives, HDs externos) apenas para compartilhar arquivos quando houver uma rede local que possa ser executada. só isso.
      Com o Warpinator, o Linux Mint 20 traz de volta o compartilhamento fácil de arquivos na rede local.''
    • By Josemaria Andrade
      A potência PMPO, como o próprio nome diz, é a potência de pico e é cerca de 3,6 vezes
      maior que a RMS.
      PMPO, lançada originalmente na China, pretende mostrar quanto um amplificador pode
      fornecer ou um alto-falante agüentar de potência durante um intervalo de tempo
      extremamente curto.
      Já a potência máxima ou de programa musical adota a música como sinal de teste. Essa
      potência pretende dar uma idéia melhor dos níveis possíveis a serem praticados na
      utilização normal dos equipamentos de som, uma vez que o consumidor não utiliza o
      seu sistema de som com sinal de ruído rosa e sim com música. Essa potência
      normalmente é o dobro da potência RMS.
      A potência RMS é a potência eficaz utilizada em todo mundo para amplificadores e
      alto-falantes. A medição de potência RMS utiliza uma sala a prova de som, onde o altofalante fica instalado livre (sem caixa acústica ou painel). Nele é injetada a potência
      RMS que se deseja homologar, com o sinal de ruído rosa. Nestas condições, o altofalante deve permanecer funcionando por duas horas. Após o teste, deve ser feita uma
      avaliação cuidadosa no produto, e, se constatado que não houve nenhuma alteração, ele
      recebe a especificação da potência aplicada. O amplificador de potência deve possuir no
      mínimo o dobro da potência a ser testada. Sobre os alto-falantes tri axiais, estes, em
      sistemas de alta potência, devem utilizar corte de freqüência passa alta para não
      receberem as freqüências baixas, combinados com as caixas de subwoofer.
    • By eliasgirardi
      O transístor de potência superou os 8kV. [Imagem: University at Buffalo]
       
      Transístor de potência
       
      Se, de um lado, exige-se transistores capazes de funcionar com tensões elétricas cada vez menores, para consumir menos energia, do outro, aplicações de alta potência exigem transistores com esteroides, capazes de operar em tensões muito elevadas.
       
      A aplicação que mais se tem em vista neste segundo caso são os carros elétricos e aviões elétricos, mas mesmo veículos mais tradicionais, como locomotivas e navios, além de inúmeras aplicações industriais, estão exigindo cada vez mais da chamada "eletrônica de potência".
       
      "Para realmente impulsionar essas tecnologias para o futuro, precisamos de componentes eletrônicos de próxima geração, que possam lidar com maiores cargas de energia sem aumentar o tamanho dos sistemas eletrônicos de potência," disse Uttam Singisetti, da Universidade de Buffalo, nos EUA.
       
      Para atender a essas necessidades, Singesetti acaba de criar um transístor capaz de suportar nada menos do que 8.000 volts, o suficiente para torrar qualquer circuito eletrônico tradicional.
       
      Intervalo de banda dos semicondutores
       
      Para isso, ele conseguiu tirar proveito da largura do "intervalo de banda" (bandgap) do semicondutor óxido de gálio.
       
      O intervalo de banda mede quanta energia é necessária para colocar um elétron em um estado condutor. Os sistemas feitos com materiais com grande largura de banda podem ser mais finos, mais leves e controlam mais energia do que os sistemas feitos de materiais com larguras de banda mais baixas.
       
      O intervalo de banda do óxido de gálio é de cerca de 4,8 elétron-volts, o que o coloca entre um grupo de elite de materiais considerados com um intervalo de banda ultra-amplo. Para comparação, ele excede largamente o silício (1,1 elétron-volts), o material mais comum na eletrônica de potência, bem como seus possíveis substitutos, como o carboneto de silício (3,4 elétron-volts) e o nitreto de gálio (cerca de 3,3 elétron-volts).
       
      Passivação
       
      Uma inovação importante no novo transístor gira em torno da passivação, que é um processo químico que envolve o revestimento do componente para reduzir a reatividade química da sua superfície.
       
      Para isso, Singisetti adicionou uma camada de SU-8, um polímero à base de epóxi comumente usado em microeletrônica.
       
      Simulações feitas pela equipe sugerem que o transístor possui uma força de campo de mais de 10 milhões de volts (ou 10 megavolts) por centímetro - a intensidade do campo mede a força de uma onda eletromagnética em um determinado ponto e, eventualmente, determina o tamanho e o peso dos sistemas eletrônicos de potência.
       
      "Essas forças de campo simuladas são impressionantes. No entanto, elas precisam ser verificadas por medições experimentais diretas," disse Singisetti, acrescentando que espera fazer isso logo após o fim da pandemia de covid-19.
       
      Fonte: https://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=transistor-suporta-8-000-volts&id=010110200624#.XvOc0sRKgdU
       
       

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