Jump to content
notsat

 notícia Atenção Churrasqueiros e Lavadores de placas.

Rate this topic

Recommended Posts

é pena haver "técnicos" assim que mancham a imagem dos profissionais que todos os dias se esforçam para serem o melhor possível, fazer o melhor e de forma mais profissional.

 

A prefeição e qualidade do reballing é o que mais tenho lutado nestes últimos tempos.

 

Hoje em dia qualquer um ou qualquer empresa diz que faz reballing, e até a preços muitissimo reduzidos, não pagam impostos e nem se importam por não serem profissionais. (também muitas vezes não tem conhecimento para tal porque nem técnicos são apenas viram na internet).

 

È lamentável que as coisas cheguem a este ponto e o mais ingrato é que quem se lixa são os que investem e tentam fazer as coisas caras mas bem.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Vixe Maria, tenha dó, volta e meia aparecem uns lavadores de placa ainda por aqui. ;D

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Bom dia pessoal. Sou gaúcho de Porto Alegre. Mas gosto mesmo é de assar uma boa picanha!!! kkkkk

  • Nice 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Não tenho equipamento pra reballing pq esse tipo especifico de serviço não me vem aos montes e pra mim não vale o investimento. 

Não faço Reflow e sim ME e só faço pra descobri se o problema está no chip e não como uma forma de "solução".

Prefiro passar o orçamento ao cliente de uma outra placa e dar garantia do que fritar o chip e entregar um serviço mal feito. Pq reflow é loteria!

 

O que se encontra aos montes são os "gurus" fritadores de placas, parece uma fusão de um entusiasta em eletrônica com a Ana Maria Braga. "aqueça o forno ao tantos graus e deixe por tantos minutos".

 

 

Edited by geek889
  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Ta certinho Rafael, ME para teste é perfeito e na pior das hipóteses se o cliente optar por consertar em outro lugar não agrava o problema da placa.

 

Agora enfiar a placa num forno com temperatura acima de 105°C já pode danificar os capacitores eletrolíticos, e convenhamos que fornos tradicionais não tem lá grande controle na temperatura né? ;D  

 

Quanto a lavar as placas com água, só faz sentido se algo foi derramado nela e o melhor, ou o único solvente adequado, para o que foi derramado nela, for água... Em todas as outras situações não é a água nem o sabão mas sim o calor usado pra secar a placa que a faz funcionar novamente, independente de usar estufa, pendurar no varal no sol, etc... 

Se deixar secar a sombra, sem calor, e voltar a funcionar é porque algum ponto de solda que estava sem contato ficou religado por óxido de estanho temporariamente.

Nos dois casos geralmente não funciona por muito tempo.

 

Importante lembrar isso de tempos em tempos, para que essas lendas desapareçam de uma vez por todas.

 

 

 

 

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu uso isopropílico e uma escova de dentes para limpar e a velha estufa com incandescente de 100W . Uso a estação de ar quente para ME e terceirizo reballing. tbm não gosto do tal "reflaw.

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Tem vindo equipamentos para reparar com os bga (todos) com reflow, na maioria mataram a placa, outras vezes nem se dao ao trabalho de medir a placa, é reflow na hora, seja qual for a avaria. Tive casos que era só bios em placas que foram dadas como sem reparação por outros técnicos, pois ligava e nao dava imagem, reflow.... E no final chegam aqui ao serviço e era bios.

Para muitos "tecnicos" o reflow é solução para tudo e matam a máquina que na maioria dos casos era uma reparação simples.

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Tem mais, agora não adianta reflow, na maioria os gpu estão mesmo queimados... Pode ser que deixe de haver tanto churrasco.

Share this post


Link to post
Share on other sites

ola
Com a permissão dos técnicos avançados, injetarei minha experiência com água, desengraxante e muito mais em cabeças de impressoras epson, lentes laser e placas de computador.
Estou no ramo há mais de 20 anos. Quando entrei no fórum epsonianos, havia muitas táticas para desentupir injetores e cada um contava suas tentativas.
Como conheço outros ofícios, usei parte deles nas cabeças e por isso compartilhei minha pesquisa. Como eu disse há mais de 20 anos e com relação ao uso da água, é saber usá-la, secá-la, enxaguá-la e depois iniciá-la.
Eu nunca queimei nada.
Se mergulhar uma placa-mãe e deixe secar por sua própria vontade, temos certeza que vai trazer problemas, mas se usarmos o ar quente (há turbinas para pintura utilização que criam um ar de baixa temperatura ... se drenar a água e depois lavado com álcool isopropílico e depois secamos novamente, é muito provável que tenhamos sucesso desde que o façamos com respeito e dedicação.
Muitas vezes eles não acreditam em mim que eu submergir as cabeças de Epson na água ou o que quer que seja ... é minha pesquisa, minha experiência e até hoje ainda faço lavagens e compartilhei vídeos com as bateas de ultra-som. Eu tenho experiência com bombas de vácuo e letras em neon (letras de vidro), eu também trabalhei em serigrafia, em suma cada um dos meus oficios me ajudou a "provar" soluções.

Quando eu recebo um computador e a placa-mãe está muito suja (existem máquinas que são usadas em áreas de fumaça, graxa, umidade) e se ou se você tiver que lavá-las para ter medições corretas.
Muitas vezes para ter um resultado para um problema, isso nos leva a tentar práticas que não aparecem em nenhum livro ... nasce a experiência.
Até agora eu compartilho minhas experiências com a água que está longe de danificar uma placa eletrônica desde que seja feita corretamente.
Eu nunca os coloco em um forno ou em altas temperaturas. Alguns dias atrás eu estava assistindo a um tutorial sobre os danos do reballing nas esferas dentro do chipset ao dar calor de cima quando na realidade os que têm que ser dessoldados são os que estão abaixo.

 

de mar del plata
Carlos Licata

Edited by carloslicata
error nome foro epsonianos

Share this post


Link to post
Share on other sites

@carloslicata Bom dia.
Se preferes acreditar na mística dos poderes da água depois de 20 anos, não sou eu quem vai querer lhe mudar, no entanto este fórum foi concebido para difundir conhecimentos, a gente acredita nas leis da física. 

Tudo é válido como experimentação enquanto não se sabe o que de fato ocorre...

Quando no entanto já sabemos que defeito estamos resolvendo ao lavar uma placa com água, sabemos como esta "mágica da água" esta ocorrendo,  sabemos o tempo que duram os resultados que normalmente é um período bem curto de tempo, tiramos dos experimentos as conclusões lógicas pertinentes, e com base nas conclusões iniciais fazemos novos testes que confirmem ou não nossas conclusões iniciais.

 

Visto que não é necessário ser um ser elemental da água para lavar com água e sabão qualquer coisa, julgo que não há nenhuma forma de fazer incorretamente, os segredos recairiam supostamente sobre a metodologia de secagem pelo que entendi da sua postagem, no entanto eu deixei numa resposta anterior duas perfeitas explicações físicas para duas metodologias de secagem existentes, secar com calor ou sem, e cito: {

Quanto a lavar as placas com água, só faz sentido se algo foi derramado nela e o melhor, ou o único solvente adequado, para o que foi derramado nela, for água... Em todas as outras situações não é a água nem o sabão mas sim o calor usado pra secar a placa que a faz funcionar novamente, independente de usar estufa, pendurar no varal no sol, etc... 

Se deixar secar a sombra, sem calor, e voltar a funcionar é porque algum ponto de solda que estava sem contato ficou religado por óxido de estanho temporariamente.

Nos dois casos geralmente não funciona por muito tempo.

 

Importante lembrar isso de tempos em tempos, para que essas lendas desapareçam de uma vez por todas. }

 

Essas conclusões foram tiradas de experimentos que eu mesmo conduzi já a alguns bons anos atrás (com placas minhas porque seria um absurdo fazer experimentos com bens alheios), e que já estavam diagnosticadas com problemas de solda no BGA ponte norte.

Na época eu não tinha estação BGA e encaminhei uma das placas para um colega de profissão que estava melhor aparelhado, ele fez a ressolda do ponte norte de uma das placas que secaram com calor e que funcionou por aproximadamente 10 dias após o banho, após o reballing a placa funcionou na minha bancada como giga de teste por aproximadamente 1 ano.

Conclui-se com base nisso que o que fiz, lavando e secando a placa em estufa foi um ME, mais caro, mais trabalhoso, bem mais demorado, e totalmente contraprodutivo.

 

Tendo dito tudo isso, espero ter sido suficientemente claro sobre o porque de não concordarmos com estas abordagens místicas, e soluções milagrosas, mas fica a seu critério como trabalhar na sua assistência. ;D 

 

  • Like 2

Share this post


Link to post
Share on other sites

@Neo Resumindo a lavagem da placa com água e sabão não é o correto com base em sua experiência, é isso ?

Caso não seja o correto, qual o procedimento ? tenho recebido cada carniça no laboratório que não faz ideia. 

Casa de barata, rato, lagartixa ....

Share this post


Link to post
Share on other sites

@Alberto Rosa Depende.

 

Se alguém derramou leite na placa, xixi de gato, água salgada, coca cola, café, etc... É necessário lavar(limpar), e o melhor solvente pro caso é água na minha opinião.

Você detecta que isso foi derramado na placa, ou o cliente lhe informa isso, tem problema usar água e sabão?

Não, desde que lave e seque em estufa aberta pra umidade sair... Deves ter feito teus testes e sabes o que funciona ou não... 

 

O problema como dito acima, é não saber o que tem de errado com a placa, não ver qualquer indício de derramamento de líquidos nela (ou qualquer outro motivo que te leve a precisar limpar a placa), e automaticamente pensar em lavar e assar a placa pra fazer ela ligar novamente com vídeo de forma mística, usando o mesmo procedimento que um cozinheiro usa pra assar um peixe, ao invés de executar análise eletrônica da placa, que eu sei que aí tu fazes. ;D 

 

Este tópico visa alertar aqueles que não tem conhecimento na área de eletrônica a não danificarem seus próprios equipamentos ou de outros, tentando fazer "mágica da água" pra algum equipamento voltar a vida. Ninguém aqui está fazendo apologia a sujeira, nada contra a água, desde que você saiba, o que, e porque, está fazendo isso.

 

Eu, prefiro usar álcool isopropílico, acetona, ou thinner sempre que possível, mas já lavei uma ou outra placa com água e sabão porque não tinha outra solução.

Thinner é corrosivo e seus resíduos devem ser removidos com álcool isopropílico depois do uso. 

 

Como bem sabes, metais oxidam no contato com a água, então o ideal para uma placa eletrônica é ficar longe da água, mas cada caso é um caso...

 

Faça uma busca no google e vais encontrar excelentes textos, falando acerca do óxido de estanho sendo usado até mesmo como condutor... 

Vou deixar um exemplo.

Hidden Content

    Give reaction or reply to this topic to see the hidden content.

cito da introdução: 

Ana Claudia Arias "Nesta dissertação é apresentado de forma detalhada o estudo feito sobre as características de filmes finos de Óxido de Estanho. Esses filmes são transparentes e possuem baixa resistência elétrica o que faz com que estes materiais possam ser utilizados como um bom contato elétrico. São apresentados também os resultados obtidos para diodos emissores de luz nos quais o Óxido de Estanho foi utilizado como contato elétrico."

 

O que pode acontecer lavando uma placa com água e sabão? Criar pontes de oxidação entre trilhas internas ou externas da placa causando curtos... Isso poderia facilmente ocorrer também entre as esferas sob um chip BGA. Outra coisa que poderia ocorrer é oxidar tanto a solda de componentes a ponto de a solda deixar de existir e sumir, desfazendo o contato de algum componente e impedindo o correto funcionamento do circuito.

 

Este tipo de problema evidentemente seria mais grave em placas que não foram bem secas, e pode levar um bom tempo até se manifestar, portanto via de regra placa eletrônica e água não combinam, e esse casamento deve ser evitado a todo e qualquer custo, sendo pensado apenas como última opção.

 

E só pra que não reste dúvida, se você que está lendo isso é um leigo, é apenas a última opção para quem tem conhecimento, trabalha na área, e sabe o que está fazendo, você que é leigo e não dispõe de outras ferramentas além da escova, do balde, do varal, e do sabão, se tiver juízo encaminha para um profissional...

 

 

 

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
44 minutos atrás, Neo disse:

Eu, prefiro usar álcool isopropílico, acetona, ou thinner sempre que possível, mas já lavei uma ou outra placa com água e sabão porque não tinha outra solução.

Thinner é corrosivo e seus resíduos devem ser removidos com álcool isopropílico depois do uso. 

@Neo Nunca tive problema até então. Lavo com água e sabão neutro. Uso um secador de cabelo (frio) apenas pra retirar o excesso da água e empurro na estufa (fechada).

Como falou, cada caso é um caso.

Faço uso da água somente em caso em que a placa não tem condições de visualização pra reparo, oxidações....

Minha estufa é aquela de dentista e programei para temperatura max de 90ºC.

Uso ela antes de rebalar tmb.

Obrigado pelas explanações.

Forte abraço.

Share this post


Link to post
Share on other sites
Em 09/10/2018 às 15:11, Neo disse:

@carloslicata Bom dia.
Se preferes acreditar na mística dos poderes da água depois de 20 anos, não sou eu quem vai querer lhe mudar, no entanto este fórum foi concebido para difundir conhecimentos, a gente acredita nas leis da física. 

Tudo é válido como experimentação enquanto não se sabe o que de fato ocorre...

Quando no entanto já sabemos que defeito estamos resolvendo ao lavar uma placa com água, sabemos como esta "mágica da água" esta ocorrendo,  sabemos o tempo que duram os resultados que normalmente é um período bem curto de tempo, tiramos dos experimentos as conclusões lógicas pertinentes, e com base nas conclusões iniciais fazemos novos testes que confirmem ou não nossas conclusões iniciais.

 

Visto que não é necessário ser um ser elemental da água para lavar com água e sabão qualquer coisa, julgo que não há nenhuma forma de fazer incorretamente, os segredos recairiam supostamente sobre a metodologia de secagem pelo que entendi da sua postagem, no entanto eu deixei numa resposta anterior duas perfeitas explicações físicas para duas metodologias de secagem existentes, secar com calor ou sem, e cito: {

Quanto a lavar as placas com água, só faz sentido se algo foi derramado nela e o melhor, ou o único solvente adequado, para o que foi derramado nela, for água... Em todas as outras situações não é a água nem o sabão mas sim o calor usado pra secar a placa que a faz funcionar novamente, independente de usar estufa, pendurar no varal no sol, etc... 

Se deixar secar a sombra, sem calor, e voltar a funcionar é porque algum ponto de solda que estava sem contato ficou religado por óxido de estanho temporariamente.

Nos dois casos geralmente não funciona por muito tempo.

 

Importante lembrar isso de tempos em tempos, para que essas lendas desapareçam de uma vez por todas. }

 

Essas conclusões foram tiradas de experimentos que eu mesmo conduzi já a alguns bons anos atrás (com placas minhas porque seria um absurdo fazer experimentos com bens alheios), e que já estavam diagnosticadas com problemas de solda no BGA ponte norte.

Na época eu não tinha estação BGA e encaminhei uma das placas para um colega de profissão que estava melhor aparelhado, ele fez a ressolda do ponte norte de uma das placas que secaram com calor e que funcionou por aproximadamente 10 dias após o banho, após o reballing a placa funcionou na minha bancada como giga de teste por aproximadamente 1 ano.

Conclui-se com base nisso que o que fiz, lavando e secando a placa em estufa foi um ME, mais caro, mais trabalhoso, bem mais demorado, e totalmente contraprodutivo.

 

Tendo dito tudo isso, espero ter sido suficientemente claro sobre o porque de não concordarmos com estas abordagens místicas, e soluções milagrosas, mas fica a seu critério como trabalhar na sua assistência. ;D 

 

Sou inteiramente da tua opiniao, trabalho nisto á mais de 30 anos, e todo o mundo sabe que a água funciona como oxidante, todo o metal com tendencia de oxidação oxida em contacto com a água..^. pode não ocorrer de imediato, mas vai oxidar mais tarde ou mais cedo.

 

Edited by kalu

Share this post


Link to post
Share on other sites

@Neo

boa noite.
relendo sua resposta e prestando atenção às letras em negrito, parece-me que a tradução não foi muito clara.
por essa razão vou tentar deixar claro que em nenhum momento eu disse que ao lavar as placas com água etc etc o erro foi resolvido.
Eu só quero dizer como eu lavo as placas para remover os restos de gordura da cozinha, fumaça de cigarro ou salitre, devido à proximidade do mar.
Eu nunca quis dizer que depois de lavá-los eles estariam trabalhando. Eu só expliquei como fiz a secagem rápida para que, quando em contato com o ar, não houvesse risco de oxidação prematura. só isso.

para terminar a minha póst comentou que eu estava assistindo a um vídeo no YouTube, onde eles falaram sobre o risco de reballing sobre soldas internas chipset que havia também áreas a considerar ... isso é verdade ou mística sobre isso?
como sempre com todo o respeito ao fórum tentando trazer e compartilhar algumas experiências.
de mar del plata

Share this post


Link to post
Share on other sites

@carloslicata Fico até mais contente que tenha sido apenas um mal entendido. ;D

Sobre reballing realmente existem muitas coisas a considerar.

Quanto aos testes iniciais, é sugerido aquecer inicialmente as esferas pelo lado da placa, de forma a aquecer o menos possível o chip, fazendo desta forma fica mais fácil definir se o problema sãos as soldas que precisam ser refeitas, ou se é realmente o chip já está danificado.

Os DIEs dos chipsets mais atuais vem soldados ao substrato também por esferas, portanto os testes com calor iniciando pela parte de cima do chip, poderiam estar ressoldando estas esferas internas produzindo como diz o @Paulo Noce um chip Zombie, um morto vivo... que vai trabalhar por algum tempo e morrer de novo.

Era esta a dúvida? 

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Paz do Senhor Jesus, Boa noite.

 

Referente ao assunto, confesso que já fiz muito. No meu primeiro curso presencial de conserto de placas mãe foi o que de fato aprendemos na prática, não tivemos análise de esquemas, apenas o básico.. Tanto é que nunca conseguir ter confiança suficiente para abrir uma assistência técnica. Tenho várias placas que estão aqui com reflow que eu fiz, pois ficamos com essa má influência que se não há video é problema de solda fria e o reflow é a solução dos sonhos.

 

Enfim, acho que o reflow serve para concretizarmos o defeito de solda bga, caso o reflow resolva podemos ter 90% de certeza que o reballing é a solução.

 

Hoje estou estudando muito a parte de análise e espero no ano que vem ter equipamento e confiança suficiente para abrir minha assistência.

Share this post


Link to post
Share on other sites

@Sergio.lucas , esse assunto é discutido há tempos aqui, se reparou na data do tópico (Setembro de 2014), pode ter uma breve ideia.    E mais, se quiser um relato sobre cursos, procedimentos, "professores" e afins, dê uma lida no relato abaixo:

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Bom dia pessoal! Desde já quero agradecer a todos deste fórum, pois graças a todos que contribuem de uma forma ou de outra iniciei meus verdadeiros reparos em placas mães, tenho muito ainda que aprender mas no pouco que faço, já me destaco!

 

Quanto a questão de assar a placa, pra mim já está mais que batido que ME ou Reflow não são reparos e ponto final!

 

Agora quanto a questão de "lavar" e "secar" a placa, na minha humilde opinião está faltando apenas restringir a finalidade deste processo! Que pra mim seria RESOLVER, isso mesmo RESOLVER problemas de sujeira encrostadas e umidade da placa (secagem)! 

 

Uma coisa é curto, bga, trilha rompida, super aquecimento, componentes em geral ... Outra coisa é sujeira e umidade!

 

Trocar um fet não irá resolver o problema de sujeira (mau contato causado por ela), assim como lavar não irá recuperar o fet.

 

Acho que neste caso especifico da lavagem/estufa, para um de nós dizermos que não seria uma técnica de reparo ou que esse procedimento não poderia fazer parte do checklist padrão de qualquer procedimento em placa eletrônica, teria que ser feito muita troca de informações e testes conclusivos que ambos trazem mais prejuízos do que benefícios!

 

Vou deixar uma humilde pergunta para meus colegas de bancada!

Mesmo você já identificando um componente danificado, preferiria trabalhar em uma placa limpa de verdade ou aquela que mesmo passando o pincel, você não tem certeza se não ficou nenhuma sujeira "escondida" como por exemplo entre o slot de memória e a placa mãe?

 

 

 

 

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites
40 minutos atrás, johnnymaia disse:

Vou deixar uma humilde pergunta para meus colegas de bancada!

Mesmo você já identificando um componente danificado, preferiria trabalhar em uma placa limpa de verdade ou aquela que mesmo passando o pincel, você não tem certeza se não ficou nenhuma sujeira "escondida" como por exemplo entre o slot de memória e a placa mãe?

 

Bom dia, humildemente responderei o que penso. 

O que eu prefiro não voga, vou trabalhar em um produto que não me pertence, minha postura ética me impede de escolher o que seja mais conveniente para mim, tenho que escolher o que é melhor para a placa e por consequência melhor para o meu cliente, que muito provavelmente poderá usufruir do produto que adquiriu por mais tempo caso eu não a coloque na água.


Uma analogia...

Perdeste teu braço num acidente de carro, e é justamente o braço que usas pra ressoldar os KBC, aquele que treinaste durante anos de profissão, no hospital o Dr. Fulano de Tal, e o Dr. Ciclano de Sigma, estão presentes e são ambos especialistas em salvar vidas.

 

O Dr. Fulano de Tal é um cara que opta por conveniência própria, e isto já é sabido por todos.

O primeiro pensamento dele quando fica sabendo do seu caso, é se manter ocupado com outros assuntos afim de evitar ter de te atender, pois isso não seria comodo pra ele...

O segundo pensamento dele é que se for ele a te operar ele não vai entrar numa cirurgia de reimplantação do seu braço, a obrigação dele é te manter vivo e é isso que ele fará, vai cuidar da ferida, dar pontos cauterizar, e adeus pro seu braço bom, desta forma te deixando uma sequela permanente.

 

Já o Dr. Ciclano de Sigma, é conhecido por se importar com o paciente e com seu bem estar, o primeiro pensamento dele quando sabe do seu caso é em como aliviar sua dor e te tranquilizar pois seu braço será reimplantado. 
O segundo pensamento dele é fazer tudo que estiver ao seu alcance para que seu braço volte a funcionar perfeitamente após ser reimplantado.

 

Qual dos dois você escolheria pra lidar com teu problema caso pudesse escolher?

Eu e outros 99,99999999999% das pessoas escolheríamos o Dr. Ciclano de Sigma.

 

O problema todo é que quando cliente leva para um profissional um equipamento para conserto esta situação não fica evidente, ele não pode decidir entre uma coisa e outra pois não tem o conhecimento necessário, então ele confia no profissional para quem levou o serviço, e aí os dados são lançados. 

 

Torço muito para que entre nós Técnicos, hajam mais Ciclanos de Sigma do que Fulanos de Tal... ;D 


Mas... Como eu disse antes, cada um faz na sua assistência o que achar melhor, aqui no EletrônicaBR, vamos continuar ensinando o que é certo, no entanto não temos como obrigar ninguém a aprender. 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Concordo @Neo, muitas vezes aprendemos algumas coisas durante nossa trajetória que nem sempre é o certo, com o passar do tempo iremos descobrir outros tipos de aprendizados que questionará ou confrontará o aprendido até o momento e caberá a nós decidirmos se pretende permanecer como está ou evoluir mesmo que isso seja mudar todo o procedimento aprendido em anos.

Uma das coisas que dificulta é o investimento que muitos que estão iniciando não tem, porém não é motivo para em meio ao deficit de recursos limitar o cliente em obter um bom serviço. 

Baseado nisso acho que o correto seria o Reflow, após analisar toda a placa e não encontrar nenhum problema em relação as tensões e você entender que há um forte indicio de o problema ser no PCH ou outro componente que utilize a tecnologia BGA (me corrijam se estiver errado).

E após o reflow o problema for contornado, não tem a estação BGA, seria interessante terceirizar o serviço ou indicar ao cliente uma pessoa, garanto que apartir desse momento você ganhará o cliente pela honestidade e reconhecimento de suas limitações.

Share this post


Link to post
Share on other sites

@Sergio.lucas O que a gente sugere aqui para testar possíveis problemas relacionados com chips BGA em arquiteturas de placas mãe mais antigas que tem ponte norte e ponte sul, e até nas que tem PCH, é o ME, se a placa voltar com ME vale apena fazer o reballing e provavelmente será a solução do problema. 

 

O reflow até pode ser utilizado como teste, mas é um teste pra condenar o chip, e por isso normalmente é desnecessário, porque ele seria uma confirmação de que o chip está ruim e precisa ser substituído na maioria dos casos dos PCH ou no caso dos Processadores+PCH das placas atuais.

Veja o que diz o @infosquad neste vídeo: 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Como ele explica lá, o ME é feito pelo lado da placa na região onde está o chip, desta forma com um leve aquecimento na região esquentamos mais a placa e as esferas do que o chip, e o que buscamos é a religação temporária de algum contato perdido entre o conjunto chip e placa, através da dilatação térmica dos materiais, da maneira proposta as esferas nem chegam a entrar em ponto de fusão, caso contrário agravaria o problema, e se o problema for um mal contato o reballing é a solução.

 

Como os chips atuais tem seus DIES soldados no próprio substrato do chip também por esferas, um reflow pode ocasionar através do mesmo processo de dilatação dos materiais a religação temporária do DIE ao substrato, criando um chip Zombie como diz o @Paulo Noce , esse chip volta a funcionar com o calor aplicado virando um morto vivo, e acaba por te enganar.
Fazes o reballing num chip destes e tempos depois o defeito reincide, se tivesses feito ME e não tivesse voltado e tivesses partido logo para a troca do chip o defeito provavelmente não reincidiria rápido novamente a não ser que a qualidade do chip substituído fosse questionável, ou algum problema no processo de substituição do chip.

 

 

 

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Restore formatting

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.


SOBRE O ELETRÔNICABR

EletrônicaBR é o melhor fórum técnico online, temos o maior e mais atualizado acervo de Esquemas, Bios e Firmwares da internet. Através de nosso sistema de créditos, usuários participativos têm acesso totalmente gratuito. Os melhores técnicos do mundo estão aqui!
Técnico sem o EletrônicaBR não é um técnico completo! Leia Mais...
×
×
  • Create New...