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DALL·E-2024-02-22-15.39.04-A-panoramic-view-of-a-futuristic-AI-data-center-at-dusk-filled-with-rows-of-high-tech-servers-and-computing-equipment.-The-data-center-is-buzzing-wit.webp
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OpenAI e Broadcom Juntos no 'Jalapeño': Um Chip Feito Sob Medida para a Inferência de LLMs
OpenAI e Broadcom Juntos no 'Jalapeño': Um Chip Feito Sob Medida para a Inferência de LLMs
Na bancada da inovação, a notícia que chegou é de peso: a OpenAI, aquela mesma que nos trouxe o ChatGPT, se uniu à Broadcom para desenvolver um chip especializado. Batizado de Jalapeño, este processador é a primeira incursão da OpenAI no hardware e promete revolucionar a forma como os modelos de linguagem grande (LLMs) são executados em data centers. Não é apenas mais um chip, é um movimento estratégico para a OpenAI controlar toda a pilha tecnológica por trás de seus modelos. O Jalapeño é um ASIC (Application-Specific Integrated Circuit) projetado do zero para a inferência de LLMs. Isso significa que ele foi otimizado para a tarefa específica de processar as requisições dos usuários em chatbots e outras aplicações de IA, um trabalho que exige muita capacidade de cálculo e eficiência energética. A parceria com a Broadcom, uma gigante no fornecimento de silício, foi fundamental para transformar o design da OpenAI em realidade, desde a concepção até a produção em larga escala. Por Que um Chip Próprio? A Busca por Eficiência e Autonomia A corrida por poder computacional na era da IA é intensa. Empresas como a OpenAI têm sido grandes compradoras de GPUs da NVIDIA, que são excelentes para o treinamento de modelos de IA. No entanto, a inferência – ou seja, a aplicação desses modelos para responder às perguntas dos usuários – tem requisitos ligeiramente diferentes e exige uma otimização mais específica. É aí que entra o Jalapeño. Ao criar um chip customizado, a OpenAI busca: Reduzir a dependência: Diminuir a necessidade de depender exclusivamente de fornecedores externos, como a NVIDIA, para atender à crescente demanda. Otimização de performance: Um ASIC pode ser ajustado para as necessidades exatas dos LLMs, prometendo uma performance por watt significativamente melhor do que as soluções genéricas atuais. Controle total da pilha: A ideia é ter controle sobre o software, os modelos e agora o hardware, buscando uma integração vertical que pode levar a ganhos de eficiência e performance sem precedentes. Escala e acessibilidade: A intenção é que o Jalapeño seja implementado em escala de gigawatts em data centers, tornando a IA avançada mais rápida, confiável e acessível. O Que Sabemos Sobre o Jalapeño? “Em testes preliminares, o Jalapeño mostra que entregará uma performance por watt substancialmente melhor do que o estado da arte atual. Um relatório técnico detalhado sobre o desempenho será apresentado nos próximos meses.” Apesar da empolgação, os detalhes técnicos ainda são escassos. A OpenAI afirma que amostras de engenharia do Jalapeño já estão rodando cargas de trabalho de Machine Learning em laboratório, incluindo o GPT-5.3-Codex-Spark, com frequência e consumo de energia dentro do alvo. O desenvolvimento foi surpreendentemente rápido, levando apenas nove meses do design à fabricação, um feito atribuído à co-desenvolvimento intenso entre as equipes de engenharia e ao uso de modelos de IA para acelerar partes do processo de design. A Celestica, uma fabricante canadense, será responsável pela integração dos sistemas de servidor, garantindo que os chips Jalapeño sejam implantados em racks e sistemas completos. A expectativa é que o chip comece a ser implementado em data centers até o final de 2026, com uma expansão gradual nos anos seguintes. Esta é apenas a primeira geração de uma plataforma de computação multi-geracional que as empresas planejam construir juntas. Impacto para a Comunidade Técnica Para nós, da bancada, essa notícia acende diversos alertas e oportunidades. Uma arquitetura de chip otimizada para inferência de LLMs pode significar: Novos desafios de hardware: Como será a manutenção desses sistemas? Quais serão os padrões de diagnóstico? Mercado de componentes: A demanda por chips customizados pode impulsionar novas tecnologias de fabricação e design. Eficiência energética: A promessa de melhor performance por watt é crucial, especialmente em um cenário de consumo de energia crescente nos data centers. Isso pode influenciar o design de fontes, sistemas de refrigeração e infraestrutura elétrica. Formação técnica: A necessidade de profissionais que entendam a sinergia entre hardware e software de IA só tende a crescer. A verticalização da OpenAI na pilha de tecnologia é um movimento que pode moldar o futuro da IA. Resta-nos aguardar os relatórios de desempenho detalhados e ver como o Jalapeño se comporta na prática, medindo seu impacto real nos data centers e na comunidade de desenvolvimento de IA. E você, técnico, reparador, entusiasta: como você vê essa movimentação da OpenAI no hardware? Acredita que chips customizados são o futuro da IA ou que as GPUs de propósito geral ainda têm a palavra final?Fonte: https://openai.com/index/openai-broadcom-jalapeno-inference-chip/-
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Qualcomm Lança Chips Dragonfly para Data Centers com a Meta como Grande Parceira!
Qualcomm Lança Chips Dragonfly para Data Centers com a Meta como Grande Parceira!
Olá, pessoal do EletrônicaBR! A indústria de semicondutores está mais agitada do que nunca, e a Qualcomm, conhecida por seus chips para dispositivos móveis, acaba de fazer um movimento superinteressante no mercado de data centers. Eles anunciaram uma nova linha de chips chamada Dragonfly, focada em inteligência artificial, e já chegaram com um parceiro de peso: a Meta!A entrada da Qualcomm no mercado de chips para data centers, com a Meta a bordo, é um divisor de águas que promete agitar a concorrência e trazer mais opções para quem busca alta performance e eficiência energética em IA. É uma jogada que mostra que a verticalização no desenvolvimento de chips está com tudo!Dragonfly: Uma Nova Era para a Uploading Attachment...A Qualcomm apresentou na última semana, durante seu Investor Day, um mapa completo para data centers, marcando sua entrada oficial nesse segmento. A grande novidade é a linha de chips Dragonfly, que já nasce com um contrato de várias gerações com a Meta. Isso significa que os chips da Qualcomm estarão presentes na infraestrutura de servidores da Meta, o que dá uma credibilidade instantânea à novinha linha Dragonfly, que agora compete diretamente com os players já estabelecidos.O foco principal desses novos chips é a IA agentica, que são softwares sempre ativos que raciocinam continuamente, em vez de apenas responder a um prompt e parar. Esse tipo de computação exige muito mais trabalho de inferência, e a Qualcomm aposta que seus chips trarão uma performance muito maior com menor consumo de energia e custo. Uma aposta e tanto, não acham?O Que Significa Para o Mercado e a Integridade dos ChipsAlém do hardware, a Qualcomm também está investindo pesado em software, com a aquisição da startup de IA Modular por US$ 3,9 bilhões. Isso mostra que eles querem ter controle sobre toda a pilha tecnológica, do silício ao desenvolvedor. É uma visão bem completa e ambiciosa!A linha Dragonfly deve chegar ao mercado em 2028, com opções de resfriamento a ar e líquido. A Qualcomm projeta uma melhoria significativa na performance por watt em comparação com as configurações baseadas em GPU, especialmente na largura de banda de memória por watt por placa. Os chips serão escaláveis, usando tecnologias como UALink e ESUN, e se expandirão por meio de links de cobre e ópticos. Os primeiros testes de amostra estão previstos para 2028.Pontos importantes dessa movimentação:A Meta é a grande parceira de lançamento, garantindo que os chips C1000 CPU da Qualcomm irão alimentar seus servidores de próxima geração.A Qualcomm adquiriu a Modular por US$ 3,9 bilhões para fortalecer sua oferta de software em IA.Mais de 35 parceiros já apoiam o roadmap da Dragonfly, incluindo nomes como Supermicro, Lenovo, Arista, Micron, Samsung SDS e SK hynix.Os chips prometem alta performance por watt e estarão disponíveis comercialmente em 2028.É fascinante ver como o mercado de chips está se adaptando às demandas da inteligência artificial. A concorrência é sempre boa para nós, técnicos e entusiastas, pois impulsiona a inovação e a busca por soluções mais eficientes e acessíveis. Essa notícia, com certeza, deixa a bancada mais interessante!O que vocês acharam dessa novidade? Será que a Qualcomm vai conseguir abalar o domínio de outros gigantes nesse mercado? Deixem suas opiniões e vamos conversar!-
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Google Joga Pesado com Bilhões para Transformar TPUs em Rival de Peso para a NVIDIA na IA!
Google Joga Pesado com Bilhões para Transformar TPUs em Rival de Peso para a NVIDIA na IA!
E aí, turma da bancada! O trem tá ficando bão demais no mundo da Inteligência Artificial, sô! A gente sempre fala da NVIDIA dominando com suas GPUs, mas calma lá que o Google resolveu mostrar que não tá pra brincadeira. Eles estão investindo bilhões de dólares para transformar suas unidades de processamento de tensor (TPUs) num verdadeiro concorrente no mercado de hardware de IA, que antes era quase todo da NVIDIA. O Google está transformando suas TPUs, que antes eram internas, em uma força de mercado, investindo bilhões para desafiar diretamente a hegemonia da NVIDIA no hardware de IA. De Uso Interno para Batalha de Mercado Por anos, o Google manteve seus chips TPUs debaixo do capô, usando-os principalmente para as cargas de trabalho internas de seus próprios produtos, como o Google Search e o reconhecimento de voz. Era tipo aquele técnico que tem uma ferramenta top de linha, mas só usa na própria bancada, sabe? Mas agora, a história é outra. Com a explosão da demanda por computação de IA, o Google viu uma oportunidade de ouro e resolveu botar o bloco na rua. Eles começaram a oferecer as TPUs através do Google Cloud, o que já deu um empurrão no crescimento do negócio de nuvem e preparou o terreno para a concorrência mais direta com a NVIDIA. A coisa ficou tão séria que uma firma de pesquisa, a SemiAnalysis, já questionou em novembro se o lançamento da nova geração de TPUs do Google, usada inclusive pela Anthropic, não seria o "fim do domínio da NVIDIA". Isso é que é confiança no próprio hardware, sô! Investimentos Pesados e Estratégia Agressiva O Google não tá medindo esforços para essa empreitada. Eles fecharam um acordo de US$ 5 bilhões com a Blackstone para criar um novo negócio de serviços em nuvem, feito sob medida para competir com provedores alinhados à NVIDIA, como CoreWeave e Nebius. Além disso, a gigante da tecnologia decidiu vender os chips diretamente aos clientes, em vez de apenas através da sua plataforma de nuvem, e lançou sua primeira TPU projetada especificamente para inferência, atendendo a uma demanda crescente do mercado. Os planos de investimento do Google são audaciosos, com a empresa planejando levantar US$ 85 bilhões em capital, grande parte para infraestrutura de IA. Eles estão apoiando projetos como o River Bend, da Anthropic, um desenvolvimento de US$ 7 bilhões na Louisiana, e garantindo US$ 1,4 bilhão para um contrato de computação de IA no Texas. É muito dinheiro sendo injetado para garantir que as TPUs se tornem uma alternativa de peso. O Que Isso Significa para o Mercado? Aumento da Concorrência: Mais opções para o mercado significa mais inovação e, quem sabe, preços mais competitivos para hardware de IA. Desafio à NVIDIA: O domínio da NVIDIA pode começar a ser abalado, forçando a empresa a inovar ainda mais e talvez ajustar suas estratégias. Acesso Mais Amplo a Hardware de IA: Com o Google vendendo chips diretamente, mais empresas e desenvolvedores podem ter acesso a tecnologias de ponta para suas aplicações de IA. Foco em Inferência: O lançamento de TPUs dedicadas à inferência mostra que o Google está atento às necessidades específicas de diferentes cargas de trabalho de IA. Com as cargas de trabalho de IA crescendo mais rápido do que qualquer fornecedor consegue lidar sozinho, essa pode ser a brecha que o Google precisava. Se eles continuarem melhorando os chips, garantindo clientes de peso como a Anthropic e a Citadel, e investindo na capacidade de data centers, as TPUs podem deixar de ser apenas uma ferramenta interna e se tornar uma segunda opção genuína em um mercado que, até agora, era quase todo da NVIDIA. E aí, pessoal, o que vocês acham dessa movimentação do Google? Será que as TPUs têm fôlego para realmente brigar de igual para igual com as GPUs da NVIDIA? Ou a NVIDIA vai apertar o passo e deixar todo mundo comendo poeira? Deixa a opinião de vocês aqui nos comentários, sô! Vamos conversar sobre esse trem!Fonte: https://www.techspot.com/news/112835-google-spending-billions-turn-tpu-chips-real-challenger.html-
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A Magia dos Layouts de Placa: Por Que Eles São Essenciais para Nossos Projetos Eletrônicos?
A Magia dos Layouts de Placa: Por Que Eles São Essenciais para Nossos Projetos Eletrônicos?
Olá, pessoal do EletrônicaBR! Tenho um assunto super interessante para a nossa bancada hoje: vamos conversar sobre a importância dos layouts de placa de circuito impresso (PCI) nos nossos projetos eletrônicos. Sabe quando a gente começa a montar um circuito e ele fica uma bagunça de fios na protoboard? Pois é, o layout vem para resolver isso e muito mais! Um layout de placa de circuito impresso não é só sobre estética; ele é crucial para a segurança, estabilidade e desempenho de qualquer projeto eletrônico. Layout vs. Esquemático: Desvendando as Diferenças Antes de mergulharmos nos benefícios, é bom a gente entender a diferença entre dois conceitos que andam de mãos dadas, mas são bem distintos: esquemático e layout. O esquemático é como a receita do bolo, sabe? Ele nos mostra o que está conectado ao quê de forma lógica, usando símbolos e padrões para representar os componentes e suas ligações elétricas. É onde definimos os valores dos resistores, capacitores e a lógica do circuito. Já o layout é a planta da casa, traduzindo essa receita para o mundo físico. Ele detalha como os componentes serão organizados na placa e como as conexões físicas (as trilhas de cobre) serão feitas. É aqui que pensamos no espaço, na distância entre as trilhas e em como tudo vai se encaixar na nossa PCI. É uma etapa fundamental para garantir que o circuito funcione direitinho e sem surpresas desagradáveis. Os 5 Grandes Benefícios de um Layout Bem Feito Quando dedicamos tempo e carinho para criar um bom layout, os ganhos para o nosso projeto são enormes. Não é só uma questão de deixar a placa bonita (embora isso também conte!), mas de ter um produto final robusto e confiável. Vamos ver os principais pontos: Segurança e Estabilidade: Um layout bem planejado leva em conta as especificações elétricas do circuito. As trilhas são dimensionadas corretamente para evitar superaquecimento e reduzir ruídos eletromagnéticos indesejados. Isso garante que o circuito opere de forma mais segura e estável, sem dores de cabeça futuras. Produto Compacto: Com a possibilidade de usar componentes de montagem superficial (SMD – Surface Mounted Devices) e trilhas mais finas, o layout permite criar placas muito mais compactas. Isso é um diferencial enorme para dispositivos que precisam ser pequenos, como os que usamos em portáteis ou wearables. Conexões Confiáveis: As trilhas de cobre soldadas na placa são muito mais seguras do que fios soltos. Elas eliminam problemas como fios frouxos, mau contato ou quebras, que são comuns em protótipos com fiação manual. Isso já ajuda bastante a entender o cenário de durabilidade! Componentes Fixos e Portabilidade: Quando os componentes são soldados na PCI, eles ficam firmemente fixados. Isso aumenta a portabilidade do circuito, permitindo que ele seja transportado sem o risco de peças se soltarem. Imagina levar um projeto para um evento e ele desmontar no meio do caminho? Com um layout, a gente evita isso! Elegância e Profissionalismo: Convenhamos, um projeto com uma PCI bem desenhada e organizada é muito mais profissional e agradável aos olhos. A estética também conta, especialmente se você pensa em apresentar o seu projeto ou transformá-lo em um produto final. Fazer um layout de circuito impresso é uma etapa que realmente vale ouro em qualquer projeto eletrônico. Ele não só otimiza o desempenho elétrico, como também a viabilidade de fabricação e a durabilidade do nosso trabalho. É um investimento de tempo que se paga com a qualidade e a confiabilidade do produto final. E vocês, já tiveram alguma experiência marcante com layouts? Alguma dica de software ou técnica que faz toda a diferença na bancada? Compartilhem suas ideias e experiências nos comentários. Adoro ver como a nossa comunidade se ajuda e cresce junto!-
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Optoeletrônica: A Luz que Guia a Eletrônica do Futuro
Optoeletrônica: A Luz que Guia a Eletrônica do Futuro
E aí, turma da bancada! NerdFix na área, e hoje o papo é sobre um trem que pisca, mas não é lâmpada queimada não, sô! Estamos falando de optoeletrônica, a arte de casar a luz com a eletrônica. Esse negócio não é só bonito de ver, ele é a base de muita coisa que a gente usa todo dia e nem percebe, desde a internet rapidona até os sensores que fazem a indústria funcionar. É a união da fotônica, a ciência da luz, com a nossa boa e velha eletrônica, criando sistemas que são mais rápidos, mais eficientes e, uai, mais versáteis do que a gente imaginava! A optoeletrônica é a ponte entre o mundo da luz e o universo dos elétrons, permitindo inovações que vão da comunicação de alta velocidade ao isolamento seguro de circuitos. O Que São e Como Funcionam Esses Circuitos Luminosos? Basicamente, os circuitos optoeletrônicos são sistemas que usam componentes para gerar, detectar e manipular a luz, muitas vezes em conjunto com sinais elétricos. Pensa em LEDs, fotodiodos, fototransistores e optoacopladores – esses são os heróis dessa história. Eles convertem sinais elétricos em luz e vice-versa, facilitando a comunicação e a transferência de dados. O grande lance aqui é a interligação segura e eficiente. Sabe quando a gente precisa isolar eletricamente uma parte do circuito pra não ter interferência ou, pior, um choque? Os optoacopladores fazem isso com maestria, usando luz pra "conversar" entre os circuitos, sem contato elétrico direto. É tipo mandar um bilhetinho secreto pra evitar que um curto-circuito vire um incêndio na bancada! E nas comunicações ópticas, a coisa é mais impressionante ainda: a luz consegue carregar uma quantidade enorme de dados com muito menos perda e numa velocidade que o cobre, coitado, só sonha. Um sistema optoeletrônico típico funciona assim: Um sinal elétrico é convertido em luz (por um LED ou laser, por exemplo). Essa luz é transmitida por um meio óptico (tipo uma fibra de vidro). No outro lado, um fotodetector converte essa luz de volta em sinal elétrico. É essa mágica que faz a internet banda larga ser tão... larga! E eficiente, diga-se de passagem. Aplicações da Optoeletrônica no Nosso Dia a Dia (e no Futuro!) Essa tecnologia não é só coisa de laboratório, não! Ela tá em todo canto e a tendência é só crescer. A demanda por transmissão de dados aumenta a cada dia, e a optoeletrônica é a estrela desse show. Novas fontes de luz e sensores mais rápidos e precisos estão abrindo portas para um monte de coisa nova. Veja algumas áreas onde a optoeletrônica já brilha (e vai brilhar ainda mais): Comunicação e Redes de Dados: Fibras ópticas, o pilar da internet de alta velocidade e telecomunicações globais. Sem ela, a gente ainda estaria na era da discagem, sô! Sensores Industriais: Detecção de luz, movimento e presença em linhas de montagem, aumentando a eficiência e, mais importante, a segurança dos processos automatizados. Dispositivos de Controle e Instrumentação: Controle remoto de equipamentos de áudio, vídeo e automação, muitas vezes sem fio, usando a luz como meio. Isolamento Galvânico e Segurança de Circuitos: Os optoacopladores protegem circuitos sensíveis, isolando-os eletricamente de altas tensões e interferências, um santo remédio na eletrônica industrial. Realidade Aumentada (RA) e Internet das Coisas (IoT): Novas possibilidades para dispositivos inteligentes e experiências imersivas. Computação Quântica: A fotônica é uma das apostas para o desenvolvimento de processadores quânticos, o futuro da computação! É um campo que não para de crescer, e a gente, como técnico, precisa ficar de olho. Afinal, esse trem de luz e elétrons vai continuar a revolucionar como a gente vive, trabalha e se conecta. É a eletrônica evoluindo, e a gente aqui, pronto pra entender e consertar o que aparecer na bancada! E vocês, meus caros colegas de bancada, já toparam com algum circuito optoeletrônico que deu um nó na cabeça? Ou têm alguma experiência interessante com fibra óptica ou optoacopladores pra contar? Deixa aí nos comentários, vamos trocar uma ideia sobre essa luz que guia o futuro da eletrônica!-
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